quinta-feira, 3 de abril de 2014

Investigadores apresentam modelo que prevê mutações do vírus da gripe

Unidade 2- Património Genético 

Uma equipa de investigadores apresentou um modelo que prevê as mutações do vírus da gripe de um ano para o outro, o que pode ser "muito útil" para decidir a composição das vacinas, indica um estudo publicado hoje na revista Nature.

O grupo de cientistas, liderado por Michael Lassig, da Universidade de Colónia, Alemanha, analisou quase 4.000 amostras do vírus da gripe, que afeta anualmente entre 5% e 15% da população mundial e causa entre 250 mil e 500 mil mortes, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A equipa estudou 3.944 sequências da "hemaglutinina", uma proteína que se encontra na superfície do vírus da gripe e que une as células infetadas, e introduziu mutações para verificar as mudanças operadas.

A partir dos resultados obtidos, desenvolveram um modelo que, por meio do estudo efetuado anteriormente, é capaz de prever as novas estirpes virais que podem emergir.

Em concreto, a equipa detetou o aumento de algumas mutações em 93% dos casos e uma redução de outras em 76% das situações.

"Como o vírus da gripe afeta até 15% da população em cada ano, a maioria das pessoas têm um certo grau de imunidade. Contudo, sempre que surgem novas estirpes todos os anos, as mutações, que dominam o vírus iludem a resposta imunitária da pessoa contaminada", refere o estudo.

As mutações aumentam com frequência, assim que se reduz o número de hóspedes possíveis, e o processo cíclico leva a que a população viral se substituta rapidamente e torne possível que, passados uns dias, uma pessoa seja novamente contagiado com o vírus da gripe.

A variação do vírus leva a que, anualmente, se modifique a composição das vacinas contra a gripe, embora, até ao momento, não se saiba exatamente qual é a composição mais adequada.

Sitiografia: http://saude.sapo.pt/noticias/saude-medicina/investigadores-apresentam-modelo-que-preve-mutacoes-do-virus-da-gripe.html

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Genes da mãe determinam a rapidez do envelhecimento nas pessoas

Unidade 2- Património Genético


Os genes que herdamos de nossas mães têm papel fundamental na velocidade do envelhecimento de nossos corpos. A descoberta é de um estudo conduzido em camundongos por pesquisadores do Karolinska Institutet, na Suécia, e destaque na edição desta semana da revista Nature.
O envelhecimento é um processo desencadeado, entre outras razões, pelo aumento no número de células danificadas em nosso corpo, que acabam por dificultar o funcionamento dos órgãos. Esse dano ocorre dentro da célula, no DNA da mitocôndria, considerado o "motor" responsável por gerar toda a energia consumida pela célula para fazer com que nossos órgãos funcionem perfeitamente. 
Agora, contudo, cientistas apontam que há um outro agente determinante no início do processo de envelhecimento: a genética materna. Ela tem tanta importância na velocidade de nosso envelhecimento quanto o nível de DNA mitocondrial danificado que apresentamos.
Segundo o estudo, o próximo passo é estender os experimentos a moscas de fruta. Isso permitirá ao grupo descobrir se um nível menor de DNA mitocondrial danificado herdado da mãe está ligado ou não a uma vida mais longa.


Sitiografia: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2013/08/23/genetica-materna-determina-o-quanto-voce-vai-ficar-velho-diz-estudo-sueco.htm

Descoberta mutação genética que trava Alzheimer

Unidade 2- Património Genético

Pela primeira vez, foi detetada em idades mais avançadas uma mutação genética relacionada com a Alzheimer, doença degenerativa que afeta sobretudo os idosos.
Uma equipa do centro de genética de Reiquejavique, Islândia, estudou o genoma completo de 1.795 islandeses e descobriu uma mutação do gene APP que reduziria até 40 por cento a formação da proteína amilóide em idosos saudáveis.
A proteína é uma substância insolúvel que se acumula no cérebro dos doentes, formando placas, e é responsável pelo aparecimento da Alzheimer.
O estudo revelou que a função cognitiva dos idosos entre os 80 e os 100 anos, que tinham a mutação no gene APP, funcionava muito melhor do que a dos que não a possuíam.






Sitiografia: http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=2661315&seccao=Sa%FAde

Cientistas evitam cegueira graças a terapia genética

Unidade 2- Património Genético

O tratamento, que envolve inserir um gene dentro das células dos olhos, é responsável por restaurar as células que detectam luz.
A BBC deu a notícia, exclusivamente, quando os testes clínicos começaram há dois anos. O primeiro paciente foi Jonathan Waytt, que na época tinha 63 anos.
Wyatt tem uma condição genética conhecida como choroideremia, que resulta na morte gradual das células que detectam luz localizadas no fundo do olho.




Sitiografia:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/01/140116_terapia_genetica_cegueira_an.shtml

Mutação genética evita sensação de dor

Unidade 2- Património Genético

Uma mutação genética no organismo humano pode privar as pessoas da sensação de dor, revela um estudo da Universidade de Cambridge publicado na revista "Nature".
A existência de pessoas sem sensibilidade para a dor já era conhecida, mas a investigação permitiu agora a descoberta das razoes que explicam esta anomalia no corpo humano. 
A descoberta pode ajudar a desenvolver novos tratamentos analgésicos sem efeitos secundários, uma vez que as pessoas estudadas com esta mutação genética gozam de boa saúde.
Os cientistas estudaram seis crianças de três famílias do norte do Paquistão, aparentadas entre si, que apresentavam uma mutação genética que as tornavam insensíveis à dor.
 





Sitiografia: http://www.jn.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=584296

Alemanha regista bebés com género "indeterminado"

Unidade 2 - Património Genético

No território alemão, os pais de crianças com características de ambos os géneros podem não optar por nenhuma das categorias - feminino ou masculino - e esperar até mais tarde, ou podem nunca declarar um dos géneros, mantendo a expressão "indeterminado" ou "não especificado" nos certificados de nascimento.
Estima-se que uma em cada 1.500 a 2.000 crianças nasça como "intersexo", devido a cerca de 60 situações diagnosticadas como distúrbios do desenvolvimento sexual, que incluem cromossomas atípicos, gónadas ou genitais com um desenvolvimento invulgar.
Em Portugal, estima-se que nasçam cerca de 50 crianças com "ambiguidade sexual" por ano.
As autoridades alemãs ainda não esclareceram se a medida, que pretende combater a discriminação, se aplicará igualmente a passaportes e a outros documentos de identificação.
A Austrália e o Nepal já permitem que os adultos assinalem masculino, feminino ou "terceiro género" nos seus documentos oficiais.

sitiografia: http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=3509478&seccao=Europa

Espécies perdem estômago por mutação genética

Unidade 2 - Património Genético

Dois investigadores Universidade do Porto demonstraram que no decurso da evolução dos animais vertebrados muitas espécies perderam o estômago devido a mutações genéticas.
Ao estudar o genoma de 14 espécies de vertebrados, Filipe Castro e Jonathan Wilson demonstraram que a perda do estômago se correlaciona claramente com a perda completa e persistente dos genes responsáveis pela função estomacal.
Assim, em espécies tão diferentes como o peixe pulmonado, o ornitorrinco, o peixe zebra ou as quimeras, "o estômago foi perdido e, provavelmente, nunca mais voltará".

sitiografia: http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3566957